Se essa rua fosse minha,
eu andava pelo quarteirão após o jantar.
Catava estrelinhas para ornamentar os teus olhos
que, então, sentiria ladrilhar.
Pintava um cachorro azul ladrando
e as crianças sorrindo naturais,
gramadas no jardim.
Se essa rua fosse minha,
eu abria as esquinas para o mendigo entrar
com pedrinhas com pedrinhas de brilhante,
e ficava à janela
esperando a banda passar.
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Um par de óculos
para que se veja o mundo
refletido pela primeira vez.
Remédios em gotas e frascos
para que as emoções não sejam demais,
a ponto de adoecer de emoção demais.
Viver devagar, lentamente,
escoando os minutos para que nada se perca,
pois a vida passa de trem
na paisagem ao lado.
Iniciando novo ciclo recebo poemas como o rio que flui natural e movimento
ResponderExcluirConvite à escrita
Nova gramática, versos simples
contemporâreos e convergentes do homem
Uma resposta aos ventos
Ly! Será que é ela?
ResponderExcluirSerá que lembram de mim? Nossa, a fase em que ensaiamos no centro cultural, lá no ipiranga, eu mal lembrava tbm... Coincidências doidas, mas adorei saber notícias de vocês, perdida por aqui, encontrei o blog do insólita sucataria por acaso, depois o Renato, agora vc, gostei muito do que estão escrevendo, mandem datas do próximo sarau!
Abraço!
Tilene